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CLONALIDADE B E T, PCR – REARRANJOS IGH, IGK, TCRG, TCRD

CÓDIGO: ON-TCR

MATERIAL: Medula óssea 5ml em EDTA.

PALAVRAS CHAVE: Clonalidade T, Clonalidade B, leucemia, LLA-T, LLA-B, IgH, TCRG, Rearranjo, DRM

JEJUM: Não há necessidade

QUESTIONÁRIO: Não há, encaminhar cópia do pedido médico com suspeita de subtipo de leucemia

INSTRUÇÕES COLETA:

– A coleta de sangue pode ser feita no Geneticenter, ligar para fazer agendamento.

– A coleta do material medula óssea é um procedimento médico que deverá ser realizado por profissionais da área de oncohematologia. Não pode ser colhido no Geneticenter.

– Para análise de doença residual mínima (DRM), devem ser feitas duas coletas independentes: uma ao diagnóstico (D0) e uma ao final da indução (D35). O resultado será liberado após análise do D35.

– Para análise apenas da clonalidade ao D0, informar que não será feito estudo do D35.

CONSERVAÇÃO: Até 48 horas refrigerado entre 2 e 8º C.

CRITÉRIOS DE REJEIÇÃO: Uso de anticoagulante incorreto, material congelado, coagulado ou severamente hemolisado, amostras recebidas em frascos não estéreis ou com vazamento.

METODOLOGIA: PCR rearranjos IgH, IgK, TCRD, TCR-G seguido de homo/heteroduplex

FORMA DE ENVIO DE LAUDO: E-mail / Site

PRAZO DE RESULTADO (a partir da entrada no setor técnico): 7 dias úteis após o D35 para DRM.

OBSERVAÇÕES: Este exame permite a detecção de rearranjos clonais das células leucêmicas ao diagnóstico. Ele pode ser empregado para análise de DRM ao final da indução. O limite de detecção é de 10-3 (um blasto em 1.000 células normais), inferior à da DRM por citometria de fluxo (10-4) ou do PCR quantitativo (10-6). Esta técnica é realizada com o objetivo de detectar pacientes com grande quantidade de DRM que têm grande chance de recaída. Ela também permite confirmar o resultado de citometria de fluxo (CF) no final da indução.